{"id":133,"date":"2018-11-26T18:00:45","date_gmt":"2018-11-26T20:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/?p=133"},"modified":"2018-11-26T18:00:45","modified_gmt":"2018-11-26T20:00:45","slug":"de-onde-veio-o-brigadeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/?p=133","title":{"rendered":"De onde veio o brigadeiro?"},"content":{"rendered":"<p>Festa de anivers\u00e1rio sem brigadeiro, n\u00e3o \u00e9 festa n\u00e9? E aqui no Formigueiro n\u00f3s somos famosos por ter um brigadeiro MARAVILHOSO!<\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar de onde este doce surgiu? Vamos te contar!!!!!<\/p>\n<p>Esse docinho, hoje t\u00e3o t\u00edpico das festas de anivers\u00e1rio \u00e9 bem brasileiro. Nasceu aqui sim, em 1946 durante a campanha presidencial do candidato Brigadeiro Eduardo Gomes. Um grupo de mulheres, engajadas com a campanha do \u201cBrigadeiro\u201d desenvolveu um docinho feito originalmente com leite condensado, manteiga, a\u00e7\u00facar e chocolate em p\u00f3, que era vendido como forma de arrecadar fundos para a campanha.<\/p>\n<p>Durante as festas de campanha, muito disputadas pela popula\u00e7\u00e3o, a guloseima era oferecida e fazia tanto sucesso que os cabos eleitorais convidavam amigos e parentes para \u201ccomer o tal docinho\u201d.<\/p>\n<p>De festa em festa sua fama foi se espalhando e rapidamente ganhou popularidade pelo resto do pa\u00eds. Com o tempo, o docinho foi ficando t\u00e3o famoso que se tornou presen\u00e7a obrigat\u00f3ria em festas de anivers\u00e1rio em todo o nosso pa\u00eds!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festa de anivers\u00e1rio sem brigadeiro, n\u00e3o \u00e9 festa n\u00e9? E aqui no Formigueiro n\u00f3s somos famosos por ter um brigadeiro MARAVILHOSO! Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar de onde este doce surgiu? Vamos te contar!!!!! Esse docinho, hoje t\u00e3o t\u00edpico das festas de anivers\u00e1rio \u00e9 bem brasileiro. Nasceu aqui sim, em 1946 durante a campanha presidencial [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":134,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-133","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/133","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=133"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/133\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":135,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/133\/revisions\/135"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/134"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=133"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=133"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoformigueiro.com.br\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=133"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}